Diretores judeus dominam o Tony Awards

“Hadestown”, um musical folk sobre o mito grego de Orfeu e Eurydice e do submundo de Ades, ganhou o Tony Awards na categoria melhor novo musical, e um prêmio cobiçado para sua diretora judia. Rachel Chavkin levou o Tony Award por “Hadestown”, sendo a décima mulher a ganhar o prêmio de melhor diretora de uma peça da Broadway ou musical, durante a cerimônia de premiação na noite de domingo.

Sam Mendes, o diretor judeu de “The Ferryman”, também venceu como melhor diretor de uma peça. O espetáculo “The Ferryman” também ganhou um Tony. Mendes é conhecido por seu trabalho nos filmes de James Bond “Skyfall” e “Spectre”, e ganhou um Oscar por dirigir “Beleza Americana”.

A atriz e lenda da comédia Elaine May recebeu seu primeiro prêmio Tony – como melhor atriz em uma peça. Ela estrela  “The Waverly Gallery”, do dramaturgo também judeu Kenneth Lonergan, peça semi-autobiográfica sobre uma família que lida com o declínio da saúde de sua matriarca.

O ator Bryan Cranston, cujo pai é de ascendência judaica austríaca, ganhou o prêmio Tony de melhor protagonista em uma peça por seu desempenho como o apresentador Howard Beale em “Network”.

O designer de som Nevin Steinberg foi premiado com Jessica Paz pelo trabalho em “Hadestown”.