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17/2/2012 12:36:00

Wohl Rose Garden, em Jerusalém. Foto: Divulgação.

Israel é um dos maiores produtores mundiais de flores, especialmente rosas.


O Wohl Rose Garden, parque de Jerusalém, tem 15 mil roseiras, representando mais de 400 variedades da flor.

O parque também tem bancos em locais recônditos, ideais para quem quer fugir um pouco da folia.

O Rose Garden foi considerado pelo site Israel21c o lugar mais romântico de Israel.
 
16/2/2012 16:24:00

O jovem israelense Ben Lang. Foto: Divulgação.

Em dezembro de 2010, o New York Times tirou do ar um site chamado “New York Times de graça”, que instruía os leitores sobre como driblar a segurança do jornal e obter as notícias sem pagar. O que mais chama a atenção no caso não é a iniciativa do jornal americano, mas o perfil do criador do site: um jovem que tinha então apenas 16 anos de idade.

O israelense Ben Lang, hoje com 18 anos, pretende continuar seus dribles, mas de forma mais séria. Ele fundou a
Innovation Israel, uma comunidade que reúne investidores, empresários e jovens inventores – como ele. O grupo já tem 2.500 membros no Facebook.

“Estive em uma ‘chocadeira’ no Vale do Silício – e depois de voltar a Israel, vejo o quão incrível é a comunidade de start-ups [empresas iniciantes em diversos setores de alta tecnologia] por aqui”, disse Ben. As áreas que mais lhe interessam são educação online e aplicativos para celulares.


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mais.
 
15/2/2012 14:42:00


Kitty Hes (dir.), 1935 -1943; e Henriëtte Hes (esq.), 1937-1943. Reprodução/ Stadsarchief Amsterdam.

17.841 crianças judias e 123 crianças das etnias roma e sinti que moravam na Holanda foram assassinadas pelos nazistas nas câmaras de gás de Auschwitz e Sobibor.

O escritor Guus Luijters e a pesquisadora Aline Pennewaard as tiraram do anonimato, com a publicação na Holanda do livro “In Memoriam, as crianças judias, roma e sinti deportadas e assassinadas, 1942-1945” (sem tradução para o português).


A obra é sóbria, com pouco mais que nomes, endereços, datas de nascimento e morte, e fotos. Mas isso foi feito propositalmente: “Não é um livro para ser lido, mas para existir”, disse Luijters à rádio Nederland.


O Arquivo Municipal de Amsterdã dedica uma exposição ao livro, na qual o ponto central é uma longa mesa com as 2.900 fotos encontradas. A mostra está em cartaz de 10 de fevereiro a 20 de maio de 2012.


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Veja
fotos de algumas das crianças.

 
14/2/2012 12:14:00


Hamburgo, 1936. August Landmesser, um homem que sabia demais. Reprodução.

No porto de Hamburgo, em 1936, uma multidão faz a saudação nazista durante o lançamento de um navio militar. Menos August Landmesser. Ele já sabia que a história não acabaria bem.

August foi membro do Partido Nazista de 1931 a 1935 – para ajudar na busca de emprego -, mas depois de ter duas filhas com Irma Eckler, judia, foi detido várias vezes, acusado de "desonrar a raça". Os nazistas também impediram o casamento deles. Em 1938, August foi condenado a dois anos e meio de prisão. Irma também foi detida.

As crianças, Ingrid e Irene, foram separadas. O pai foi liberado da prisão, em 1941. Em 1944, foi convocado para a guerra e morreu em ação, pouco depois. Irma morreu em 1942.

Somente em 1991, August foi identificado, depois que uma de suas filhas viu a foto, no jornal alemão Die Zeit.

Esta imagem está correndo a internet, mas, segundo a Wikipédia alemã, não é certo que o homem na foto seja Landmesser.

Leia mais (em alemão).

Leia mais (em inglês)
 
13/2/2012 17:02:00

Material de divulgação do filme “The Law in These Parts”.

2012 está sendo um grande ano para o cinema israelense. O documentário “The Law in These Parts”, de Ra’anan Alexandrowicz recebeu o prêmio de sua categoria no Festival de Cinema de Sundance, e “Footnote”, de Joseph Cedar, foi indicado ao Oscar melhor filme estrangeiro. Israel já está entre os 10 países com mais indicações ao prêmio da Academia – 10 ao todo; quatro nos últimos cinco anos.

A produção cinematográfica israelense entre as décadas de 50 e 70 era basicamente de chanchadas e de roteiros sem profundidade, afirma Daniela Kresch em artigo no jornal O Globo. Nos anos 1980, a falta de dinheiro impediu a mudança de cenário. Nos anos 90, Israel chegou a produzir somente cinco filmes por ano.

Com a criação do Fundo Nacional do Cinema pelo governo israelense, há 10 anos, as produções aumentaram em número, qualidade e prestígio internacional. Também a temática dos filmes parece estar mudando: dos quatro filmes israelenses indicados ao Oscar nos últimos cinco anos, três eram sobre o conflito árabe-israelense - “Beaufort” (2008), “Valsa com Bashir” (2009) e “Ajami” (2010). Já “Footnote”, o mais recente, traz a relação entre pai e filho como mote, um tema mais universal.

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