Escritores em Israel > OS ESCRITORES
Conheça os Escritores que estarão em Israel
Affonso Romano Sant´anna Ana Maria Moretzsohn Walcyr Carrasco
Rubem Fonseca Moacir Amâncio Pedro Bandeira
Daniel Galera Luís Fernando Veríssimo Ignácio de Loyola Brandão
Marcia Camargos Marina Colasanti André Sant'Anna

Affonso Romano Sant’anna nasceu em Belo Horizonte em 1937, poeta, participou de vários movimentos de renovação da poesia brasileira. Foi um dos organizadores da 1a. Semana Nacional de Poesia de Vanguarda (1963). Criou a Expoesia I, II e III, que reuniu mais de 600 poetas e e abriu espaço na imprensa e na universidade para a poesia marginal. Foi editor do Jornal de Poesia (no Jornal do Brasil-1973) e da revista internacional Poesia Sempre (1991-1996). Indicado pela revista “Imprensa” nos anos 80, como um dos 10 jornalistas mais influentes, atuou como crítico nos principais jornais e revistas brasileiros. Dirigiu o Departamento de Letras da PUC/RJ , trazendo pensadores como Michel Foucault e reorientando com sua equipe os estudos literários no país. Como presidente da Fundação Biblioteca Nacional (1991-1996) criou o Sistema Nacional de Bibliotecas, o Proler, informatizou e modernizou a instituição desenvolvendo programas de exportação da literatura nacional, de que resultou a escolha do Brasil como tema da Feira de Frankfurt (1994) e do Salão do Livro de Paris (1996). Professor em várias universidades brasileiras lecionou também nos Estados Unidos, França e Alemanha. Como cronista substituiu Carlos Drummond de Andrade no “Jornal do Brasil”, e tem cerca de 10 livros no gênero. Entre mais de 30 livros publicados, destacam-se: “Poesia reunida”(L&PM) em 2 volumes, e os ensaios “Barroco, do quadrado à elipse” e “ O canibalismo amoroso”. É casado com a escritora Marina Colasanti.

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Ana Maria Moretzsohn é formada em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ, e tem Licenciatura em Inglês, pela Universidade Santa Úrsula. Como autora e roteirista, Ana Maria assinou grandes sucessos da telinha. Na Rede Globo de Televisão, desenvolveu diversas produções, entre elas: Pedra sobre Pedra, Malhação, Fera Ferida, Lua Cheia de Amor, O Salvador da Pátria, Tieta, além de Seriados e Minisséries. Na TV Bandeirantes, as novelas Meu Pé de Laranja Lima; Serras Azuis e Perdidos de Amor, foram assinadas por ela. Também, o telefilme Contos de Natal é de sua autoria. Para o Exterior, escreveu 'Riscos', um seriado em 36 episódios para a RTP1, Portugal, e supervisionou a novela Senhora das Águas, de Manuel Arouca, para a NBP, Portugal. De 1971 a 1984, escreveu sob o pseudônimo de Maria Clara, livros de ficção romântica para as Edições de Ouro, e publicou pela mesma Editora, o livro infanto-juvenil Como uma onda no mar. Trabalhou como autora e checker para Seleções do Readers Digest. Foi repórter e redatora da Rádio Jornal do Brasil. Atualmente, é roteirista contratada pela TV Record, e assina a próxima novela das 20hs – “Luz do Sol” , que tem estréia: marcada para março de 2007. Tem uma peça teatral, que está em fase de captação- ‘ O último capítulo. No último ano (2006), teve o 1º volume da série de livros infanto-juvenis Bonita Luz lançado pela Editora Record, na Bienal de São Paulo. E finalmente, é uma das produtoras associada do filme Ódiquê – vencedor do festival independente de Nova York, com direção de Filipe Joffily, a ser distribuído, a partir de abril, pela Estação Botafogo.

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Ignácio de Loyola Brandão, 70 anos, é escritor e jornalista e tem 31 livros publicados desde 1965. Iniciou sua carreira com o livro de contos ‘Depois do Sol’. Seus livros mais conhecidos são ‘Zero’, proibido pela ditadura em 76 e traduzido para diversos idiomas, e foi a obra que lançou Loyola internacionalmente. Em 81, foi publicado ‘Não Verás País Nenhum’, seu livro com maior número de vendas e adotado em escolas brasileiras e traduzido. Outros livros de Loyola são: ‘Cadeiras Proibidas’, ‘Dentes ao Sol’, ‘O Beijo Não Vem da Boca’, ‘Bebel que a cidade comeu’, ‘O Anônimo Célebre’, ‘O Homem que Odiava a Segunda-feira’, ‘Cabeças de segunda-feira’, ‘A Noite Inclinada’, ‘A Altura e a Largura do Nada’. Desde 75, Loyola percorre o Brasil inteiro fazendo palestras para estudantes sobre o processo de criação. Os temas de Loyola são o Brasil, a cidade de S.Paulo, os homens e seus problemas numa sociedade complexa, onde pobreza e riqueza se defrontam, onde a violência impera e a ética e a moral são cada vez mais diluídas, a mulher, o amor. Em 96, depois de enfrentar uma delicada cirurgia, tendo ficado no limite entre vida e morte, Loyola escreveu um de seus livros mais lidos, ‘Veia Bailarina’, um depoimento sobre sua vida, carreira, o que significa viver depois de ter passado por um instante tão angustiante. É um livro alto astral que, curiosamente, é indicado por médicos para pacientes que vão sofrer intervenções agressivas e perigosas. Ignácio de Loyola Brandão escreve todas as sextas-feiras, uma crônica na última página do Caderno 2 de ‘O Estado de S. Paulo’.

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Daniel Galera nasceu em São Paulo em 13 de julho de 1979 e viveu a maior parte da vida em Porto Alegre, onde formou-se em Publicidade e Propaganda pela UFRGS. Hoje, mora em São Paulo, e exerce principalmente as atividades de escritor e tradutor literário. De 1997 a 2000, editou o site literário Proa da Palavra, um dos primeiros no Brasil a publicar regularmente literatura. Em 1998, participou da criação do fanzine eletrônico Cardosonline (COL), um fenômeno da Internet brasileira, do qual foi colunista fixo. Pouco após o encerramento do COL em 2001, criou junto com Daniel Pellizzari e Guilherme Pilla a Editora Livros do Mal, voltada à nova literatura. No mesmo ano, publicou seu livro de estréia, a antologia de contos “Dentes Guardados”, traduzido para o italiano e adaptado para teatro e curtas-metragens. Em 2003, lançou o romance “Até o dia em que o cão morreu”, adaptado para o cinema pelos diretores Beto Brant e Renato Sciasca. Foi um dos convidados da segunda edição da Festa Literária Internacional de Parati, em 2004. De janeiro a abril 2005, exerceu a função de coordenador do Livro e da Literatura na Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre. Seu terceiro livro, o romance “Mãos de Cavalo”, foi publicado pela Editora Companhia das Letras em abril de 2006.

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Rubem Fonseca nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 11 de maio de 1925. Formado em Direito, exerceu várias atividades profissionais antes de dedicar-se inteiramente à literatura. Atualmente mora no Rio de Janeiro. Fez inúmeras conferências, palestras e leituras em universidades e centros culturais em diversos países. Foi laureado com vários prêmios no Brasil e no Exterior, entre eles os da Associação Paulista de Críticos de Arte, Jabuti, Prêmio Machado de Assis, Kikito de ouro do Festival de Gramado e da União Brasileira de Escritores, entre muitos outros. Publicou vários livros, sendo que muitos deles forma traduzidos para diversos idiomas e viraram roteiro de cinema e TV. Entre suas publicações, destacam-se: Os prisioneiros; A coleira do cão; Lúcia McCartney; O caso Morel; Feliz Ano Novo; O homem de fevereiro ou março; O cobrador; A grande arte; Bufo&Spallanzani; Vastas emoções e pensamentos imperfeitos; Agosto; Romance negro e outras histórias; O selvagem da ópera; Contos reunidos; O Buraco na parede; Romance negro, Feliz ano novo e outras histórias; Histórias de Amor; Do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto; Confraria dos Espadas; O doente Molière; Secreções, excreções e desatinos; Pequenas criaturas; Diário de um fescenino; 64 contos; Mandrake – a Bíblia e a bengala;Ela e outras mulheres, entre outros.

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Walcyr Carrasco é jornalista, escritor, autor de peças teatrais e de televisão. Publicou 24 livros infanto-juvenis, entre os quais se destacam Vida de Droga, A Corrente da Vida e Irmão Negro. Também é autor de dois livros para o público adulto: Pequenos Delitos e A Senhora das Velas, lançado recentemente. Em teatro, ganhou o Prêmio Shell de 2003 pelo Rio de Janeiro com a peça Extase, que retrata o universo dos drogados. Também já escreveu mais de 20 textos teatrais, entre dramas e comédias. Atualmente, suas peças Toalete e Extase, em nova montagem, estão em cartaz. Em televisão, é autor de várias novelas de sucesso, entre elas Xica da Silva, O Cravo e a Rosa, Chocolate com Pimenta e Alma Gêmea.

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Marcia Camargos é mineira de Belo Horizonte, mas sempre morou em São Paulo. Jornalista com doutorado em História Social pela USP, coordena o Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Tem diversos livros publicados, entre eles Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia (em co-autoria, SENAC, 1997), Prêmios Jabuti e Livro do Ano/não ficção, pela CBL; Villa Kyrial: crônica da Belle Époque paulistana (SENAC, 2001); A Semana de 22: entre vaias e aplausos (Boitempo, 2002), Prêmio da Academia Paulista de Letras; Em que ano estamos? Uma expedição pela história de São Paulo (Cia. da Letras, 2004), Micróbios na cruz (Companhia das Letras, 2005), além de Juca e Joyce: memórias da neta de Monteiro Lobato (Moderna) e A travessia do albatroz (Geração Editorial), ambos no prelo. É sócia da Companhia da Memória, que desde o início dos anos 1980 atua em projetos de pesquisa, exposições, edição de livros e consultoria histórica para empresas, cinema e televisão. Uma das fundadoras da SOSACI, Sociedade dos Observadores de Saci, criada em 2003 para difundir o folclore e a cultura popular brasileira, também faz parte do conselho editorial e do corpo de colaboradores da Expressão Popular, que produz livros a baixo custo para os movimentos populares.

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Pedro Bandeira nasceu em Santos/SP em 1942, mas fez sua vida na capital paulista. Sociólogo pela USP, trabalhou como jornalista até 1983, quando passou a dedicar-se totalmente à Literatura Infantil e Juvenil. É há muitos anos, o autor mais vendido em Literatura para crianças e jovens no Brasil, tendo, até o final de 2006, já superado a marca de 20 milhões de exemplares vendidos de seus mais de 70 livros. De todos os seus livros para a adolescência, os mais vendidos são os cinco que trazem as aventuras dos “Karas”, um grupo de adolescentes que povoam o imaginário da juventude brasileira. O livro que iniciou essa série é “A Droga da Obediência”, um libelo contra o autoritarismo, que se tornou há duas décadas o preferido pelos jovens dos 11 aos 18 anos, mantendo-se até hoje como o mais vendido livro brasileiro para adolescentes. Até 2006, essa obra já havia atingido a marca de 1,5 milhões de exemplares vendidos no Brasil. O sucesso de “A Droga da Obediência” fez com que este livro fosse seguido por mais quatro títulos: “Pântano de sangue”, “Anjo da morte”, “A Droga do Amor” e “Droga de americana”, todos com os mesmos protagonistas. Essa série, em conjunto, já vendeu 3 milhões de exemplares no Brasil. Seus livros já foram usados como tema de centenas de teses de mestrado e doutorado em muitas universidades brasileiras e o autor é considerado como o grande renovador da linguagem que serve de acesso ao imaginário e ao coração dos jovens, sem o uso de gírias ou palavras de baixo calão. No momento, Pedro Bandeira trabalha numa coleção de histórias para crianças com base nas parábolas do Talmud, de modo a apresentar a cultura judaica às crianças não-judias, pretendendo, com isso, levar essas crianças a compreender e admirar a milenar sabedoria deste povo, preparando-as para resistir às eventuais idéias anti-semitas que no futuro possam lhes ser apresentadas. O autor acredita que a melhor maneira de prevenir o preconceito contra o “outro”, é tornar este “outro” conhecido e sua cultura respeitada e admirada desde tenra idade.

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André Sant’Anna é músico, escritor e roteirista de cinema, televisão e publicidade. Contra-baixista e compositor, formou o Grupo Tao e Qual entre 1980 e 1990, se apresentando em diversas cidades brasileiras. Participou da Coluna Voadora “Eu não Prestes, mas eu te amo”, do Circo Voador, que atravessou o Brasil, do Rio de Janeiro a São Luis do Maranhão. Dirigiu e atuou nos espetáculos performáticos “Junk Box – Uma Tragicomédia nos Tristes Trópicos”, baseado na obra de Sérgio Sant’Anna; “Quampérius”, baseado na obra do poeta Chacal; “Deus é Bom – O Engarrafamento” de própria autoria. Em Basel, Suíça, escreveu a peça musical “As 12 Trutas da Basiléia”, baseada no “Quarteto de Trutas” (Die Forelle), de Franz Schubert, para a performance do artista plástico René Schlittler. Compôs a trilha sonora para a performance de “O Enterro da Classe Média” do poeta Sebastião Nunes. Para o cinema, compôs as trilhas sonoras dos curta-metragens “Vaidade” e “ A Verdadeira História Trevadero W. – Artista Plástico – Tao e Qual Ela Me Foi Contada” de Vicente Amorim e “Antologia Mamaluca” de Sebastião Nunes. Dirigiu e compôs a trilha sonora de “Nove”, sobre o massacre do Pavilhão 9 do Carandiru; roteirizou e dirigiu “Urubucamelô”. Para teatro, escreveu “O Jogo de Todas as Coisas que Há”. Foi correspondente do Caderno Idéias do Jornal do Brasil, em Berlim, na cobertura da reunificação alemã. Foi roteirista do programa “Muvuca”, com Regina Casé, Rede Globo. Publicou os livros “Amor”/Edições Dubolso/1998; “Sexo”/7Letras/1999 e Edições Cotovia/Portugal/2000; “Amor e Outras Histórias”/Edições Cotovia/Portugal/2001; “O Paraíso É Bem Bacana”/Companhia das Letras/2006. Teve o conto “O Importado Vermelho de Noé” incluído na antologia “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”/Editora Objetiva/2000 organizada por Ítalo Moriconi. Participou da antologia “Geração 90 – Os Transgressores” – Editora Boitempo/2003, além de colaborar em revistas como “Ácaro”, “Medusa”, “Suplemento Literário de Minas Gerais”, “PS:SP”, “Elle”, “Ficções”, “Trip” entre outras. Participou da antologia de autores brasileiros “Sex’n’Bossa, da editora Mondadori / Itália.

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Marina Colasanti nasceu em 1937, em Asmara, Eritréia, no continente africano. Residiu depois em Tripoli, mudou-se para a Itália, com o início da II Guerra. Em 1948, transferiu-se para o Brasil. Em 52, começa os estudos de pintura que a levariam a cursar a Escola Nacional de Belas Artes, e a especializar-se em gravura em metal. Depois de numerosas participações em exposições coletivas, ingressou na imprensa. De 62 até 73, desenvolveu no segundo caderno do Jornal do Brasil, as atividades de editora, secretária de texto, cronista, colunista e ilustradora. Nesse período ,inicia sua carreira literária, com a publicação do primeiro livro. Dedica-se também à tradução. Colabora com numerosas revistas, edita o suplemento cultural do Jornal dos Sports, e em 77, ingressa como editora de comportamento na revista Nova, onde permanece até 91. Paralelamente, desenvolve atividades em televisão, como entrevistadora, redatora e apresentadora, em programas jornalísticos ou culturais. Entre eles, um programa de debates sobre cinema (Sábado Forte) e outro sobre cultura italiana (Imagens da Itália). A partir de 75, começa a trabalhar como publicitária, atividade em que permaneceria até 82. Seu primeiro livro, Eu Sozinha, data de 68. Hoje são mais de 40 livros, de contos, poesia, contos de fadas, crônicas, livros para crianças e jovens, um ensaio sobre o amor (E Por Falar Em Amor), ensaios jornalísticos sobre a condição da mulher, e um e-book (Vinte Vezes Você) acessível somente através da rede. A atividade de artista plástica é retomada a partir de 78, quando ilustra seu livro Uma Idéia Toda Azul. A partir daí, ilustraria a quase totalidade de seus textos para jovens e crianças. Realiza duas exposições individuais, em 81 e 87. Desde os primeiros tempos como jornalista, volta sua atenção para a questão da mulher. Seu pensamento feminista, a levará a realizar palestras no país inteiro, e está na base de quatro de seus livros (A Nova Mulher, Mulher Daqui Pra Frente; Aqui entre Nós; Intimidade Pública). De 85 a 89 foi membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. Ganhou numerosos prêmios. Entre eles, mais de 20 em publicidade; 4 prêmios Jabuti, em poesia, crônicas e em literatura infantil ; vários prêmios da FNLIJ (Fund. Nac. do Livro Infanto Juvenil); prêmio O Melhor Livro do Ano, da Câmara Brasileira do Livro; Grande Prêmio da Crítica, da APCA; ganhou o Concurso Latino-americano de Cuentos para Niños, promovido em Costa Rica por FUNCEC/UNICEF; e o latino-americano Prêmio Norma-Fundalectura. Sua obra foi tema de várias teses universitárias. Atualmente, é cronista do Jornal do Brasil. Casada com o poeta Affonso Romano de Sant'Anna , tem duas filhas.

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Moacir Amâncio é professor de Língua e Literatura Hebraica na Universidade de São Paulo, onde se doutorou em Literatura e Cultura Judaica. Autor dos seguintes livros, entre outros: “Os bons samaritanos e outros filhos de Israel” (crônicas e artigos sobre a vida israelense), “Dois palhaços e uma alcachofra” (estudo sobre a expressão judaica contemporânea centrada no arquiteto Frank. O. Gehry e no escritor israelense Yoram Kaniuk e seu romance “Adam filho de cão”, “O Talmud” (tradução de trechos e estudos), “Hineni, ato de presença” (organizador, coletânea de ensaios em homenagem à profa. Rifka Berezin), “Do objeto útil” (poemas), “Figuras na sala” (poemas), “O olho do canário” (poemas), “Colores siguientes” (poemas), “Kelipat Batsal” (poemas), “Contar a romã” (poemas), “Óbvio” (poemas), etc. Também traduz prosa e poesia do hebraico e outros idiomas. A sair: número dedicado à literatura judaica no Brasil pela revista Noah, editada pela Universidade Hebraica de Jerusalém, do qual foi organizador juntamente com a profa. Berta Waldman. Presidente da Associação Editorial Humanitas. Co-diretor (com a profa. Berta Waldman) da Coleção Judaica, publicada pela Humanitas.

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Luiz Fernando Verissimo nasceu em 26 de setembro 1936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Filho do grande escritor Érico Veríssimo, iniciou seus estudos no Instituto Porto Alegre, tendo passado por escolas nos Estados Unidos quando morou lá, em virtude de seu pai ter ido lecionar em uma universidade da Califórnia, por dois anos. Voltou a morar nos EUA quando tinha 16 anos, tendo cursado a Roosevelt High School de Washington, onde também estudou música, sendo até hoje inseparável de seu saxofone. É casado com Lúcia e tem três filhos. Jornalista, iniciou sua carreira no jornal Zero Hora, em Porto Alegre, em fins de 66, onde começou como copydesk mas trabalhou em diversas seções ("editor de frescuras", redator, editor nacional e internacional). Além disso, sobreviveu um tempo como tradutor, no Rio de Janeiro. A partir de 69, passou a escrever matéria assinada, quando substituiu a coluna do Jockyman, na Zero Hora. Em 70 mudou-se para o jornal Folha da Manhã, mas voltou ao antigo emprego em 1975, e passou a ser publicado no Rio de Janeiro também. O sucesso de sua coluna garantiu o lançamento, naquele ano, do livro "A Grande Mulher Nua", uma coletânea de seus textos. Participou também da televisão, criando quadros para o programa "Planeta dos Homens", na Rede Globo e, mais recentemente, fornecendo material para a série "Comédias da Vida Privada", baseada em livro homônimo. Escritor prolífero, são de sua autoria, dentre outros, O Popular, as várias versões de Ed Mort, O Analista de Bagé, Orgias, As Aventuras da Família Brasil, O Analista de Bagé em Quadrinhos, Outras do Analista de Bagé, A Velhinha de Taubaté, A Mulher do Silva, O Marido do Doutor Pompeu, A Mesa Voadora e Traçando Paris.
Além disso, tem textos de ficção e crônicas publicadas nas revistas Playboy, Cláudia, Domingo (do Jornal do Brasil), Veja, e nos jornais Zero Hora, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e O Globo. Extremamente tímido, foi homenageado por uma escola de samba de sua terra natal no carnaval de 200.

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