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| Ministra Israelense encontra-se com lideres estudantis |
| Comentários da Ministra de Relações Exteriores Tzipi Livni à Líderes estudantis Judeus-Americanos da Coalizão Israel no Campus (ICC) realizado em 02 de Janeiro de 2008.
Cada um de nós está lutando simultaneamente em três frentes: primeiro, pela existência de Israel. Esta é uma guerra contra o terrorismo, assim como uma luta pela existência de Israel como lar nacional do povo judeu, contra o processo crescente de deslegitimização. Segundo, estamos lutando contra o anti-semitismo, que levanta a sua cabeça horrenda; e terceiro, a guerra no mundo livre contra o extremistas. Esta frente está aqui, assim como nos campus. Vocês nos campus lutam em uma frente adicional - a frente da informação israelense, explicando as posições de Israel. Sei que não é fácil defender nossos valores quando é enorme a discrepância entre o que somos e como somos representados em diversos lugares no mundo. A comunidade internacional freqüentemente toma decisões com base em imagens ao invés de história, justiça e fatos. Existem líderes que sabem exatamente o que precisa ser feito, mas são influenciados pela opinião pública de seus países e permitem que suas decisões sejam comprometidas. Estes eventos prejudicam nossos valores e mais importante, seus próprios valores são prejuduicados. Estamos preparados para recebermos críticas e sermos julgados em relação aos nossos passos - desde que sejamos julgados apropriadamente de acordo com os valores e princípios que a comunidade internacional segue. A frente de informações (hasbara) deve ser baseada em fatos. O mundo recentemente questionou e criticou Israel a respeito da construção de assentamentos. Quantas pessoas no mundo têm conhecimento que dois israelenses foram assassinados no fim de semana por homens conectados aos serviços de segurança palestinos? Nosso trabalho é expor os fatos para o debate internacional - não como uma desculpa, mas para que possamos proporcionar um retrato fiel da complexidade da situação que Israel deve enfrentar e as ameaças que estamos sofrendo, quando a falha em se tomar medidas concretas contra o terrorismo significa um preço elevado para as vidas humanas. A luta na qual estamos engajados é a luta dos moderados contra os extremistas. A maioria dos desafios enfrentados por Israel são os desafios enfrentados por todo o mundo livre. O conflito regional não é a fonte da dicotomia, nem os valores pelos quais Israel luta e que são do mundo livre. A luta contra o terror, contra os regimes perniciosos que buscam adquirir armas de destruição em massa, tais como o Irã, a luta contra o ódio e incitamento - Israel está na linha de frente desta luta. A comunidade internacional deve defender os princípios e valores pelos quais estamos lutando, em face daqueles que querem explorá-los para nos prejudicar. Esta não é uma história de Davi x Golias. Nossos valores não nos permitem utilizar todo este poder em nosso favor. Civis são feridos em ambos os lados, mas a diferença gritante entre nós é que um soldado israelense nunca iria ferir deliberadamente um civil inocente e nunca receberia uma ordem para fazê-lo. O terrorismo, por outro lado, busca a fila de uma discoteca, uma pizzaria ou parada de ônibus para ferir o máximo número possível de civis. Não falamos o mesmo idioma a respeito de vítimas de ambos os lados. Esperamos que os líderes mundiais reconheçam os fatos e julguem Israel assim como gostariam de ser julgados. Estamos dispostos a aceitar críticas Justas e legítimas, mas não o anti-semitismo disfarçado como crítica legítima, oriundo de dois pesos e duas medidas a serem aplicadas contra Israel em comparação com o que é feito em outros países. Entramos em um processo diplomático pelo bem do objetivo primordial de Israel - a preservação de um Estado Judeu Democrático, o lar nacional do povo Judeu vivendo em segurança na Terra de Israel. Para que possamos manter este objetivo primordial, reconhecemos a necessidade de proporcionar uma resposta às aspirações nacionais da Palestina - em um estado independente que poderá fornecer uma resposta completa para as aspirações nacionais de todos os palestinos. Este processo ocorrerá somente se estiver baseado no entendimento que a segurança de Israel é tanto de interesse palestino quanto israelense e esta questão tem conseqüencias para cada futuro acordo entre nós na estrada que nos leva ao estabelecimento de um estado Palestino. Insistimos que outro estado terrorista não poderá surgir aqui, um óbvio interesse internacional; esperamos que a comunidade internacional apóie Israel no combate ao terrorismo e ao incitamento, enquando caminhamos adiante no processo diplomático. - - - - - - - - - - - - - - - - - fonte: Embaixada de Israel http://brasilia.mfa.gov.il |