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| A guerra do Hamas contra Israel: A Posição Israelense |
| 1. Semana passada, um fracasso no protesto organizado pelo Hamas, interpretado como um sinal de fraqueza e falta de capacidade da organização em persuadir a população a participar de uma manifestação em massa, culminou com o ataque de mísseis GRAD e Katyusha contra alvos civis em Israel por parte do Hamas. Esta escalada de terror incluiu o lançamento de mísseis não somente contra Sderot, mas também contra Ashkelon e áreas próximas. Outras dúzias de mísseis foram lançados nas últimas 24 horas.
2. Infelizmente, apesar das medidas preventivas adotadas pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) para minimizar as mortes de civis, alguns palestinos ficaram feridos durante a tentativa israelense de evitar o contínuo bombardeio de alvos civis em Israel por parte do Hamas. É importante frisar que os mísseis lançados pelo Hamas foram intencionalmente lançados de locais de grande concentração de civis em Gaza, pondo assim em risco a população local. 3. Salientamos que, enquanto as operações da FDI são exclusivamente direcionadas aos terroristas, todos os mísseis disparados contra Israel têm como destino alvos civis, como shoppings, escolas, universidades e até mesmo os Hospital Ashkelon, onde um míssil GRAD caiu a 50 metros da entrada. Ferimentos causadas pelos mísseis da semana passada incluem duas crianças gravemente feridas e em 27 de Fevereiro, na 4ª Feira, um aluno da Faculdade Sapir em Sderot foi morto . Outros exemplos de ataques terroristas: Em 09 de Fevereiro, a perna de Osher Twito, de 08 anos de idade foi amputada após ter sido atingida por um míssil Kassam; Em 25 de Fevereiro, Yossi Haimov, 10 anos de idade, de Sderot, quase perdeu seu braço; Em 27 de Fevereiro, Roni Yihye, 47 anos, pai de quatro crianças e aluno da Faculdade Sapir, foi morto; Em 27 de Fevereiro, um míssil GRAD caiu próximo ao Hospital Barzilai em Ashkelon onde há feridos por mísseis recebendo tratamento. No Sábado, em 1º de Março, grandes danos foram causados a lares tanto em Sderot quanto Ashkelon e cerca de 10 civis ficaram feridos. 4. Não há dúvida que um dos objetivos do Hamas é solapar o processo de paz retomado em Novembro em Annapolis. A indiferença por parte da comunidade internacional em relação ao terrorismo do Hamas encorajou o grupo a continuar e aumentar as atividades terroristas. O terrorismo do Hamas conta com o total apoio do Irã, que fornece o equipamento, recursos financeiros, mísseis modernos e outros armamentos. 5. Em Annapolis, israelenses e palestinos concordaram que as negociações de paz continuariam independentemente de eventos isolados e apesar do contínuo ataque com mísseis a alvos civis israelenses por parte do Hamas, Israel deu continudade às negociações. A decisão por parte da Autoridade Palestina e cessar as negociações somente ajuda no objetivo do Hamas em destruir o processo de paz, no qual já ficou decidido que as conversas continuariam paralelamente à guerra contra o terror. 6. As conversas de negociação de paz baseiam-se no entendimento que enquanto estamos tendo avanços com elementos palestinos pragmáticos, Israel irá continuar a luta contra o terror que esteja ameaçando seus civis. Israel, por sua parte, deu continuidade às conversas de paz mesmo com o ataque constante de mísseis contra os habitantes de Sderot, Ashkelon e as comunidades adjacentes à Faixa de Gaza." 7. Trata-se de um direito de soberania por parte de Israel em agir contra o terror de Gaza e defender as vidas de seus cidadãos. - - - - - - - - - - - - - - - - Para informações completas a respeito da guerra do Hamas contra Israel, acesse o site: http://tinyurl.com/2pevm9 |