A Reação ao Relatório de organizações de direitos Humanos sobre a situação em Gaza
Responsabilidade do Hamas

A Faixa de Gaza foi tomada violentamente e ilegalmente pela organização terrorista Hamas. Todas as instalações humanitárias possíveis também foram tomadas pelo Hamas. O Hamas tira vantagem das passagens, utilizando-as para enviar terroristas para atacar civis israelenses, e ao mesmo tempo têm como alvo as próprias passagens que permitem a entrada de ajuda humanitária para a população palestina em Gaza. Apesar disto, Israel continua comprometido com o esforço humanitário na Faixa de Gaza, e age de acordo. A responsabilidade principal de todas as ocorrências dentro da Faixa de Gaza desde a retirada israelense e desmantelamento de todos os assentamentos recai na organização terrorista Hamas, que deveria responder à todas as críticas.

Falta de medicamentos

Respondendo ao pedido da comunidade internacional, 84 doações foram autorizadas desde o começo do ano. O Hamas controla estas doações e ao invés de transferí-las para os hospitais, como deveria ser feito, as transfere para suas próprias instituições segundo seus próprios propósitos. Até o momento, nenhum remédio ou equipamento médico foi impossibilitado de entrar na Faixa de Gaza. Pelo contrário, todos os suprimentos médicos recebem prioridade. O Estado de Israel não é responsável pelo financiamento de suprimentos médicos para a Faixa de Gaza.

Eletricidade

O fornecimento de eletricidade para a Faixa de Gaza não foi reduzido. Os dados do fornecimento elétrico mostram que a verdade é outra:

Do Egito: 17 MW
Usina Elétrica de Gaza: 60 MW
De Israel: 214 MW

Israel ajudou com a transferência de transformadores para a usina elétrica em Gaza, e com a entrada de técnicos estrangeiros para o trabalho de manutenção nos outros transformadores. Há apenas duas semanas, as instalações elétricas em Gaza foram consertadas. Tudo, desde as estações de bombeamento e bombas de esgoto, estavam funcionando bem. Os consertos foram realizados sob disparos de franco atiradores do Hamas, sendo que os consertos foram feitos utilizando-se de veículos protegidos e trabalhando à noite.

Combustível

A questão do combustível é também da responsabilidade do Hamas. Não é claro a quantidade de combustível desviada pelo Hamas, combustível este que entra na Faixa de Gaza para uso de ambulâncias, bombas de água e para outras exigências humanitárias. A quantidade de combustível que entra em Gaza é suficiente para todas as necessidades humanitárias, e tem o apoio total da Suprema Corte. Informações atuais mostram claramente que a quantidade transferida excede as necessidades básicas por um fator de 3:1. A transferência de combustível é também feita sob fogo. Há três dias (segunda-feira, 3 de março de 2008), um caminhão de combustível vindo de Nahal Oz para a Faixa de Gaza foi alvejado por franco atiradores.
A única conclusão lógica para isso é que o Hamas está desviando o combustível que entra na Faixa de Gaza para seu próprio uso e para terrorismo.

Esgoto

Israel investe com grande esforço na transferência de cimento e tubos para a reabilitação e desenvolvimento do sistema de esgoto na Faixa de Gaza. O Hamas, por outro lado, apossa-se destes materiais para usá-los na fabricação de foguetes Qassam.

Saúde

Israel continua a permitir a entrada de palestinos da Faixa de Gaza para Israel para receberem tratamento médico em hospitais israelenses. Durante 2007, 14.000 pacientes palestinos e seus acompanhantes entraram em Israel para receber tratamento médico. Este total representa 90% de todos os pedidos de tratamento médico, cada um sendo verificado individualmente. Esta questão é também explorada pelos membros do Hamas, que tentam entrar em Israel, ostensivamente para receberem tratamento médico, mas na realidade o fazem para executar um ataque terrorista contra civis israelenses.

Sumário

Não há nenhum outro país no mundo cujas fronteiras, usadas por diplomatas, funcionários de ONGs, e para a transferência de equipamentos médicos, alimentos e outros bens para a população civil, estejam constantemente sob fogo. Apesar disto, Israel continua a permitir o fluxo e a transferência de ajuda humanitária. A comunidade internacional deveria apontar os dedos com os quais acusam, ao grupo responsável pelos disparos nas passagens, a organização terrorista Hamas. É uma pena que o Hamas continua a atacar estas passagens, cuja única finalidade é a de canalizar ajuda humanitária para a população na Faixa de Gaza.