| Boletim Conib - 10/12/2004 |
Indenização
Estados Unidos — Os pais de um adolescente americano morto por homens armados na Cisjordânia vão receber US$ 156 milhões de instituições de caridade americanas acusadas de sustentarem o terrorismo. Uma Corte Federal estipulou o pagamento de US$ 52 milhões em danos aos pais de David Boim, 17 anos, que foi morto perto do assentamento israelense de Beit El. O juiz americano, Arlander Keys, triplicou o valor, segundo a lei americana sobre o antiterrorismo. O caso de Boim foi o primeiro em que os jurados fizeram com que instituições americanas de caridade islâmicas, acusadas de enviar dinheiro a grupos extremistas palestinos, como o Hamas.
UM VIOLINISTA NO TELHADO: SUCESSO TEATRAL DA BROADWAY NA HEBRAICA-RIO
Neste domingo, dia 12 de dezembro, às 17h. os alunos da CAL (Casa de Artes de Laranjeiras) encenarão a peça "O Violinista no Telhado" - FIDDLER ON THE ROOF, na Hebraica - Salão Nobre, à rua das Laranjeiras 346, Laranjeiras. O espetáculo é aberto ao grande público, sem restrição de idade e o ingresso consiste em um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados em forma de cesta básica para os funcionários do Clube Hebraica-Rio. "O Violinista no Telhado" é um dos musicais norte-americanos mais representados no mundo. FIDDLER ON THE ROOF teve sua estréia na Broadway em 1963 e foi o resultado do trabalho de Joseph Stein, em torno dos deliciosos contos de Scholem Aleichem. A atual montagem, realizada pelos alunos do último período do Curso de Formação Profissional de Atores da CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, tem como diretor Paulo Afonso de Lima, que também assina a adaptação e a tradução. A música marcante de Jerry Bock e Sheldon Harnick, mesclando tons folclóricos com a sonoridade jazzística é um dos pontos altos da peça. No elenco, entre outros, Guilherme Reis, Gustavo Yamada,Du Villela e Claudia Pisani. Uma peça para pais, filhos e netos assistirem juntos.
Hebraica RJ
Rua das Laranjeiras, 346 - Laranjeiras - Rio de Janeiro
Tel. 21 2557-4455 - Fax. 2205-0078
Likud aceita moderados
TEL AVIV - O primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, obteve ontem o respaldo de seu partido, o Likud, para começar a negociar uma coalizão de governo com o opositor Partido Trabalhista, informou à noite a rádio pública de Israel. Segundo analistas, esta foi uma importante vitória do premier no partido, que até então o proibia de negociar com o partido de Shimon Peres. Por 1.410 votos a favor e 856 contra, o Comitê Central do Likud acatou a proposta de Sharon, que na semana passada rompeu com o último partido que lhe restava na coalizão, o Shinui, após demitir cinco ministros. Atualmente o premier só conta com o respaldo de seu partido, que tem 40 das 120 cadeiras do Parlamento. A coalizão de governo começou a se desintegrar em maio, depois do anúncio do plano de retirada unilateral da Faixa de Gaza, que prevê o desmantelamento de 21 colônias na região e de outras quatro na Cisjordânia. Antes da votação, o premier expôs ao comitê, tradicionalmente mais radical que ele, que a alternativa à negociação seria convocar eleições antecipadas - oficialmente, a legislatura deveria terminar em novembro de 2006. No entanto, o texto aprovado inclui ainda negociar com dois partidos ortodoxos: o Shas (ultra-ortodoxo) e o Judaísmo Unido da Torá, exigência que tem como objetivo resistir à influência pacifista dos trabalhistas.
A incorporação do partido de Peres é crucial para o plano de evacuação dos assentamentos, que o premier planeja implantar no próximo ano, já que dentro do próprio Likud enfrenta a oposição de um grupo de ''rebeldes'', composto por cerca de 20 deputados. Exatamente por isso, analistas interpretaram o apoio do Comitê Central como um respaldo ao plano de retirada. Ontem, o ex-ministro Uzi Landau, líder dos ''rebeldes'', acusou Sharon de trair seus ideais e de tentar ''transformar o Likud no Partido Trabalhista''. Até o ano passado, o premier era um fervoroso defensor das colônias nos territórios ocupados. Por outro lado, Shimon Peres comemorou: - Pela primeira vez há uma maioria na direita e na esquerda que deseja a retirada de Gaza - afirmou. - Trata-se de um desenvolvimento importante na política israelense, que abre o diálogo para uma condução conjunta do Estado - disse o deputado trabalhista Itzhak Herzog. Se o Partido Trabalhista e o Likud alcançarem um acordo de coalizão, o governo de Sharon contará com o respaldo de 63 dos 120 deputados do Parlamento, contando com os cinco do Judaísmo Unido da Torá, com quem já tem um acordo fechado.
Hillel promove "Chanuká rock"
Domingo, às 21:30, no FM Hall (Rio Sul), haverá uma super comemoração de Chanuká para jovens, promovida pelo Hillel. Entre as atrações, Libido Cover Band, George Israel, Rodrigo Sha, DJ Igor e FM Café. Informações: 2246-0039 e www.hillelrio.org.br
ARI realiza festa de Chanuká para crianças
A ARI está convidando para uma festa de Chanuká para crianças até 9 anos que acontecerá domingo, a partir das 16:30h, com participação especial de Daniel Azulay. Entre as atrações, piscina de bolas, pula-pula, cama elástica, música, brincadeiras, brindes e jogos, além de trenzinho com comidinhas que a garotada adora: sonhos, bolo e brigadeiros. Também haverá o acendimento da 6ª vela de Chanuká. Ingresso: alimentos não perecíveis ou material escolar. Informações: 2543-6320.
TTH-Bar-Ilan comemora Chanuká com show de circo
A festa de Chanuká será comemorada pelo TTH-Bar-Ilan no domingo, às 17h, na Unidade de Copacabana. Haverá a apresentação do Grande Circo dos Irmãos Brothers e a distribuição gratuita de sonhos. A entrada é franca. Informações: 2235-3110.
Aconteceu na AMIA, em Buenos Aires, o "Encontro Internacional Recriando a Cultura Judaica", dedicado este ano à música.
O presidente da Organização Sionista norte-americana, Morton Klein, afirmou que "o problema do terrorismo não é a pobreza e sim o ódio. Toda uma geração cresceu aprendendo a odiar os judeus e a Israel. O necessário é a educação para a paz, a democracia e a coexistência. Enquanto a Autoridade palestina educar seu povo a favor do ódio nas escolas, nos acampamentos de verão, na televisão, no rádio, nos jornais e nos discursos religiosos, a paz não será possível".
O imenso esquema criado pelos nazistas para espoliar mais de 300 mil obras de arte na Europa Ocidental, muitas das quais passavam pela Argentina e Brasil antes de chegar ao mercado, é revelado pelo "Museu desaparecido", livro do porto-riquenho Héctor Feliciano.
O ator Christopher Reeve, recentemente falecido, forneceu um interessante depoimento após retornar de uma viagem a Israel, em 2003. Em entrevista ao Jewish Telegraphic Agency (JTA), disse: "Foi uma das viagens mais recompensadoras de minha vida. Foi realmente um privilégio ter estado lá, não só porque fui muito bem tratado, mas por causa das pessoas que encontrei". O ator revelou que saiu de Israel impressionado com a coragem dos cientistas israelenses e com a importância dada à ciência no país. Também ficou admirado com os cidadãos comuns: "Os israelenses são cheios de vida, cheios de energia e parecem extrair o máximo de cada instante".
Com informações do Jornal Alef e Agências Internacionais |
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