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Parlamento jordaniano glorifica terroristas que atacaram policiais israelenses no Monte do Templo

17 Jul 2017 | 18:21
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O parlamento jordaniano saudou como “mártires” os três terroristas palestinos autores do ataque que deixou mortos, em 14 de julho dois policiais israelenses no Monte do Templo, em Jerusalém. A sessão parlamentar foi realizada menos de 24 horas depois que o próprio rei da Jordânia, Abdullah II, falou com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e condenou o ataque.

"Que Deus tenha misericórdia de nossos mártires que regaram nosso solo puro. Levantaremos a cabeça pelo sacrifício dos jovens palestinos que ainda lutam em nome da nação", disse o presidente do parlamento jordaniano, Atef Tarawneh. Veja vídeo.

O presidente de Israel Reuven Rivlin declarou que o ataque cruzou uma linha vermelha [“é a primeira vez na história que um atentado com arma de fogo ocorre dentro deste santuário”, segundo o diretor executivo do IBI, André Lajst], e elogiou Abdullah por sua postura.

"Quero elogiar a liderança responsável em toda a região, incluindo o apoio do Rei da Jordânia e do chefe da Autoridade Palestina, que entenderam o perigo e agiram conosco para acalmar as tensões", declarou Rivlin.

Enquanto isso, Israel e Arábia Saudita negociam o estabelecimento de uma nova rota de voo entre os dois países, para que os muçulmanos israelenses possam participar da peregrinação anual do Hajj para Meca. 





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