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Startup israelense que lidera revolução digital na agricultura investe no Brasil

12 Set 2017 | 16:14
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O CEO da startup israelense Taranis, lançada em 2014, Ofir Schlam resolveu resgatar as tradições agrícolas familiares – e inová-las. Seus pais cultivaram algodão, trigo e banana por muitos anos. “Toda a minha, sempre tive consciência dos desafios do campo", disse ele à revista Computerworld Brasil.

Ao lado dos cofundadores Ayal Karmi e Eli Bukchin, Schlam combinou experiência e conhecimentos em finanças, gerenciamento de produto, meteorologia e desenvolvimento de software para entregar uma plataforma de gestão agrícola de análise preditiva, em que é feito o acompanhamento de múltiplos indicadores, para intervir apenas quando é absolutamente necessário.

"Usamos machine learning (a máquina aprende padrões de comportamento, a partir do uso de algoritmos e reconhecimento de imagens) para prever e prevenir perdas decorrentes de pragas", explicou Schlam. Como resultado, a plataforma oferece um panorama preciso sobre as plantações, algo que permite a redução de custos, aumento de produção e tomada mais ágil de decisões.

A startup incentiva uma agricultura mais sustentável, uma vez que minimiza o uso de químicos e pesticidas, por identificar onde e quando são necessários.

Na perspectiva de negócios da Taranis, o Brasil é muito interessante. A startup anunciou recentemente planos de expansão no país e vê no agronegócio brasileiro um dos seus principais mercados.

Os fundadores fizeram uma série de visitas a agricultores para conhecer a realidade local e adaptar a solução tecnológica a essas demandas. Um escritório foi montado em São Paulo, que servirá de base para administrar os negócios na região da América Latina.

"O Brasil é o nosso mercado mais importante no momento", ressaltou Schlam. Segundo ele, a startup adequou a solução com feedback de agricultores da Bahia e do Mato Grosso.

Além do Brasil, a startup também está presente na Argentina, Estados Unidos, Rússia e Israel.

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