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Chanceler argentino diz que as ameaças feitas à seleção para suspender jogo em Jerusalém superaram as do Isis

07 Jun 2018 | 16:22
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O chanceler argentino, Jorge Faurie, disse que “o nível de ameaças feitas à seleção argentina para que suspendesse o jogo com a equipe israelense em Jerusalém superou as que foram feitas pelo grupo islâmico Isis” a Lionel Messi por sua participação no Mundial da Rússia. “É sempre preocupante quando há uma situação de animosidade num torneio esportivo. Entendo que os jogadores da seleção tenham ficado preocupados diante de uma série de ameaças feitas pela internet e tenham preferido cancelar o jogo”, disse o chanceler em declarações divulgadas pela agência AJN. “Sempre que uma decisão é tomada em consequência de ameaças é muito triste. Isso vai contra todo o propósito do esporte, que é o de unir as pessoas de diferentes nacionalidades”.

Faurie disse que a Chancelaria argentina não interveio na decisão israelense de mudar o jogo de Haifa para Jerusalém. “Creio que esse foi o motivo principal do incômodo (dos palestinos)”. “Apenas alertamos a AFA sobre as suscetibilidades que a mudança de local poderiam despertar”. “Entendo que a AFA tenha assumido compromissos e decidira manter o jogo, apesar da mudança. E entendo que, diante de ameaças e dos riscos para os jogadores, a AFA tenha voltado atrás e optado pela suspensão da partida”, concluiu o chanceler.

O embaixador israelense na Argentina, Ilan Sztulman, lamentou a suspensão da partida.





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