Pesquisa aponta vantagem do Likud, mas revela que bloco de direita ainda está longe de garantir coalizão

A dois meses e meio das eleições em Israel, uma pesquisa divulgada pelo Canal 12 de televisão israelense revela que, apesar da vantagem que o bloco de direita mantém, ele não deve alcançar a maioria necessária para formar um novo governo.

De acordo com a pesquisa, o bloco de direita liderado pelo Likud, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, conquistaria 56 assentos no Knesset, enquanto são necessários ao menos 61.

O bloco de centro-esquerda, sem os partidos árabes, conquistaria 43 assentos.

A pesquisa não incluiu em nenhum bloco os votos do Israel Beitenu, cujo líder, Avigdor Liberman, disse que não apoiaria um governo liderado por Netanyahu junto com partidos ultraortodoxos se suas exigências em favor do serviço militar obrigatório não forem aceitas.

A pesquisa, feita pelo Instituto Midgam revela que o Likud seria o partido mais votado, conquistando 32 cadeiras no Knesset, seguido pela aliança Azul e Branco, de Benny Gantz, com 31 assentos.

Em terceiro lugar, estaria a Lista (Árabe) Unida, com 12 cadeiras, seguida pelo Israel Beitenu, que se fortaleceria com 9 assentos.