Taglit-Birthright tem nova coordenadora e se prepara para levar nova turma de jovens a Israel em junho e julho

O programa Taglit-Birthright no Brasil tem, desde janeiro, uma nova coordenadora. A educadora Mariana Gottfried está à frente de organizar e levar adiante a missão de aproximar jovens judeus de sua identidade judaica, levando-os a Israel para uma intensa viagem de dez dias que reúne turismo, história, troca de culturas, festas e muita diversão.

“É um projeto pensado para os próprios jovens. Para que todo jovem judeu do mundo tenha acesso ao judaísmo, tenha acesso a Israel e possa descobrir suas próprias raízes, história e cultura. É um projeto para todos”, destaca Mariana Gottfried.

O programa já está com as inscrições abertas para a temporada de verão israelense, que acontece nos meses de junho e julho de 2019. Para Ananda Stroke, 19 anos, que viajou em junho de 2018, foi uma experiência marcante: “ Foi lindo ver uma cultura tão única sendo tão livre, ver lugares incríveis, ver um povo se renovando depois de tanta história, e fazer tudo isso do lado de pessoas maravilhosas que vão ter sempre um lugarzinho especial no meu coração. Nunca me senti tão em casa em um país que eu não entendia nem uma palavra sequer das placas de rua e mesmo assim só penso em voltar”, contou.

Ananda Stroke

 

Em 2018, o Taglit abriu novas opções. Além das turmas de 18 a 26 anos, novos grupos para jovens de 27 a 32 anos também foram iniciadas e já são sucesso de participação.

Outra novidade é a opção do Taglit+. Uma extensão da aventura tradicional de 10 dias, que pode durar entre 4 e 7 dias, focada em um tema da preferência do viajante. Essa parte da viagem é acompanhada por guias que falam inglês ou espanhol, portanto é preciso um bom entendimento de um dos idiomas. Algumas opções de temas são: gastronomia (As comidas de Israel -The Foods of Israel); Arte (O coração de Israel – The He(art) of Israel); Caminhadas ao ar livre (Caminhada de mar a mar – The sea-to-sea trek), entre outros temas diversos para explorar Israel de uma maneira diferente.

Para participar, é preciso que a pessoa interessada se encaixe nos seguintes requisitos:

  • Ter entre 18 e 32 anos.
  • Ter ascendência judaica, independente se for de pai ou mãe (no máximo até os avós).
  • Não pode ter participado de um programa educativo em Israel depois dos 18 anos, e antes dos 18 pode se for somente até 3 meses.
  • Pagar a taxa de U$250, que pode ser reembolsada após a viagem ou deixar como doação para futuros participantes.

Mariana ressalta: “Se você preenche esses requisitos ou conhece alguém, não deixe de participar ou repassar a oportunidade para quem pode usufruir dela. Seja um embaixador da identidade judaica, divulgue o programa!” A coordenadora deixa claro que esta é a sua principal mensagem, fazer o Taglit chegar aos cantos mais longínquos. “O Taglit não é o projeto de uma instituição, é um projeto do povo judeu”, resume.

O Taglit já levou a Israel mais de 700 mil judeus de 67 países diferentes. Do Brasil, são levados, em média, 800 jovens por ano, totalizando até hoje 10 mil participantes. Para saber melhor como participar, acesse o site.