Divulgação CJL

Membros do CJL foram aos Emirados Árabes para encontros com líderes e empresários muçulmanos

Cinco membros do programa de Novas Gerações do Congresso Judaico Latino-Americano tomaram parte da delegação de 40 jovens diplomatas do Congresso Mundial Judaico (CJL) que se reuniu com governantes, líderes religiosos e empreendedores muçulmanos. Representando o Brasil,  viajaram Ariel Krok e o também diretor da CONIB e presidente da Federação Israelita do RS – FIRS Sebastian Watenberg.

O encontro aconteceu de 14 a 20 de novembro, nos Emirados Árabes Unidos,e  tinha por objetivo construir pontes entre judeus e muçulmanos.

Lá, o grupo esteve com os ministros da Tolerância e do Comércio Exterior dos Emirados Árabes Unidos e com o embaixador de Israel no país do Golfo. Também, visitaram a Academia Diplomática Anwar Gargash, onde jovens judeus de todo o mundo mantiveram reuniões de networking com jovens emiratis; conversaram com políticos do Departamento de Cultura sobre o revolucionário projeto da Abraham Family House, que é uma ideia inspirada no documento para a Fraternidade Humana, assinado em 2019 pelo Papa Francisco e pelo Sheikh Ahmed el-Tayeb. Vale ressaltar que nesse local está sendo construído um complexo que abrigará uma mesquita, uma sinagoga e uma igreja.

Conversaram com o Dr. Ali Al Nuaimi, diretor de Hedayah, Centro de Prevenção do Extremismo Violento sobre a importância de trabalhar contra o ódio e o terrorismo,

 

Em Dubai se encontraram com o ex-cônsul de Israel no Brasil, hoje embaixador de Israel nos Emirados Árabes Unidos, Ilan Sztulman, que participou da Convenção da CONIB, e conheceram a Expo Dubai.

 

Para Sebastian Watenberg, a visita aos Emirados foi uma viagem incrível, transformadora e que superou todas a expectativas. Ariel Krok  ressaltou que foi um privilégio ter sido convidado pelo CJM para vivenciar essa experiência. “Essa foi uma oportunidade única de ver in loco o impacto dos Acordos de Abraão nos Emirados”.

Ambos acreditam que as relações com o mundo judaico e Israel só tendem a crescer.

Eles acreditam que esses encontros, contatos e troca de experiências somadas as pontes e novas amizades, diretas e verdadeiras, deram a certeza de uma paz real, duradoura e cheia de oportunidades que, um reconhecimento e entendimento mútuo trazem não só para os países envolvidos, assim como para todos os povos da região.

Sebastian conclui, dizendo: “A sensação que tivemos durante a viagem não foi a de que estávamos fazendo novos amigos, mas que estávamos reencontrando velhos amigos!”