No 27º aniversário do atentado à AMIA, presidente pede aos argentinos que se unam contra a impunidade

O presidente Alberto Fernández pediu aos argentinos que se unam “contra a impunidade”, no 27º aniversário do atentado terrorista que em 18 de julho de 1994 destruiu a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), causando a morte de 85 pessoas e ferimentos em mais de 300.
“27 anos após o ataque à AMIA, os parentes das 85 vítimas continuam firmes em sua demanda por verdade e justiça”, escreveu o presidente Alberto Fernández no Twitter, de acordo com matéria no Iton Gadol.
E acrescentou: “Em memória de cada um deles e em homenagem aos que perderam seus entes queridos, devemos nos unir contra a impunidade”, ao lado de uma foto que mostra a parede em frente ao prédio com o nome das vítimas fatais.
Líderes de todo o espectro político lembraram o ataque com um apelo renovado por justiça. Ministros, funcionários, governadores, senadores, deputados, prefeitos e vários candidatos que vão disputar as eleições expressaram seus sentimentos pelas vítimas do ataque.
O chefe da Casa Civil, Santiago Cafiero, reiterou a postagem do presidente, acrescentando: “A sociedade argentina como um todo lembra as vítimas e exige verdade e justiça”, sempre com a hashtag # AMIA27 anos #ArgentinaUnida.
Eduardo “Wado” de Pedro, ministro do Interior, postou a mensagem: “27 anos após o pior atentado da nossa história, continuamos a exigir Verdade e Justiça para as 85 vítimas deste atentado, perpetrado não só contra a comunidade judaica mas contra nossa nação e sociedade argentina”.
A ministra da Mulher, Gênero e Diversidade, Elizabeth Gómez Alcorta, escreveu: “27 anos de impunidade no processo pelo mais grave atentado terrorista da história de nosso país, o atentado à AMIA”.
“Somos guiados pelo compromisso com a memória e, por isso, continuamos exigindo a verdade e justiça para as 85 vítimas e suas famílias”, completou.