29.10.25 | Brasil

Prêmio Vladimir Herzog 2025 destaca reportagens sobre democracia, direitos humanos e memória histórica

A 47ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, realizada na noite de segunda (27), reconheceu reportagens que abordam a defesa da democracia, direitos humanos e justiça social. O evento marcou os 50 anos do assassinato do jornalista Vladimir Herzog (Vlado) ocorrido em 1975 durante o regime militar, e contou com exibição de imagens do histórico ato ecumênico realizado na Catedral da Sé, em 1975, que reuniu cerca de 8 mil pessoas, desafiando o regime militar.

Telões no Teatro Tucarena, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), exibiram a gravação do pedido de perdão da presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, aos mortos, desaparecidos e torturados durante a ditadura, estendendo o gesto aos familiares. Ivo Herzog, filho do jornalista, destacou a importância da memória e da democracia. Segundo ele, “não há futuro sem memória, democracia sólida sem justiça e liberdade sem coragem de enfrentar a história”.

A comissão organizadora instituiu uma nova categoria voltada à defesa da democracia, destinada a reconhecer reportagens que abordam a política nacional, ataques ao Estado Democrático de Direito e ações institucionais em prol da democracia. Entre os premiados, destaque para a reportagem “Os kids pretos: O papel da elite de combate do Exército nas maquinações golpistas”, de Allan de Abreu, publicada na Revista Piauí, e para o documentário “8/1 – A democracia resiste”, de Henrique Picarelli e equipe, transmitido pela GloboNews. Todos os conteúdos estão disponíveis no site da premiação.


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